Antes que o veredicto
da crucifixão fosse proferido, o regulador romano já tinha
deliberado que Jesus fosse martirizado em publico . As trinta e nove
chicotadas do azorrague nos ombros, costas e pernas do prisioneiro,
cortariam o tecido subcutâneo, tornariam as costas uma
irreconhecível e retorcida composição de tecidos sangrentos e causariam
sangramento arterial dos vasos sanguíneos dos músculos. Muitos eram os que não
sobreviveram a 39 açoites romanos.
No passado recente,
arqueólogos israelitas aprenderam bastante sobre a crucifixão ,através das
escavações no Monte Scopus . Um cravo de mais de dez centímetros
era pregado através dos ossos de ambos os calcanhares. Um outro
cravo grosso de ferro era pregado na parte frontal dos punhos. A dor
muscular devia ser excruciante. O ar inspirado pelos pulmões não
era exalado com facilidade. O dióxido de carbono se acumulava nos
pulmões e na corrente sanguínea. A morte era causada por asfixia.
Os romanos eram
tremendamente eficientes na "arte" da crucifixão. Não
havia sobreviventes!